quarta-feira, 19 de junho de 2013

17/06/2013 - MEC vai criar universidade federal de educação à distância

17/06/2013 - 17h37 MEC vai criar universidade federal de educação à distância FLÁVIA FOREQUE DE BRASÍLIA O ministro Aloizio Mercadante (Educação) afirmou nesta segunda-feira (17) que a pasta deve enviar ao Congresso Nacional projeto de lei para criação da primeira universidade federal de educação à distância. Hoje, o investimento do governo federal na modalidade se resume à UAB (Universidade Aberta do Brasil), criada em 2005 com foco na formação de professores de educação básica. A instituição oferta hoje cursos de licenciatura e administração. Segundo Mercadante, essas matrículas seriam absorvidas com a criação da nova universidade. "Cada curso de cada universidade poderá ser ofertado na universidade federal de educação a distância. Então, [o curso de] engenharia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul pode ser ofertado como sendo também curso à distância", disse. Mercadante ressaltou que enquanto no Brasil cerca de 15% dos estudantes do ensino superior estudam nessa modalidade, entre os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) esse percentual chega a 50%. "O Brasil é um dos poucos países que não tem uma universidade nacional pública à distância", disse o secretário Paulo Speller (Educação Superior), citando como exemplo países como Inglaterra, Espanha e Portugal. Segundo ele, cursos como direito e algumas engenharias poderão ser ofertadas na nova instituição. A intenção é encaminhar a proposta ao Legislativo em agosto e, assim, aumentar a capacidade de absorção da demanda por ensino superior no país. Segundo Mercadante, a nova universidade irá absorver as matrículas da UAB, em torno de 250 mil. "Não há como atender o tamanho da demanda se não for por educação à distância e essa é a prioridade do MEC", disse o ministro. Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 17/06/2013 - 17h37, Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/06/1296621-mec-vai-criar-universidade-federal-de-educacao-a-distancia.shtml

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem Conheça a melhor forma de se relacionar com a turma nas redes sociais e saiba como o Facebook, o Orkut ou o Twitter podem ser aliados do processo de aprendizagem Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Orkut, noFacebook ou no Google +? Já experimentou fazer uso dessas redes sociais para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online? Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. "O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor", afirma Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. "Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam a aprendizagem", diz.  Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? "Essa separação não existe no mundo real, o professor não deixa de ser professor fora de sala, por isso, não faz sentido ele ter dois perfis (um profissional e outro pessoal)", afirma Betina. "Os alunos querem ver os professores como eles são nas redes sociais".  Mas, é evidente que em uma rede social o professor não pode agir como se estivesse em um grupo de amigos íntimos. "O que não se pode perder de vista é o fato de que, nas redes sociais, o professor está se expondo para o mundo", afirma Maiko Spiess, sociólogo e pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Ele tem que se dar conta de que está em um espaço público frequentado por seus alunos". Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns. "O mais importante é fazer com que os professores se lembrem de que não existe tecnologia impermeável, mas comportamentos adequados nas redes", destaca Betina von Staa.  A seguir, listamos cinco formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem e alguns cuidados a serem tomados: 1. Faça a mediação de grupos de estudo. Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes - separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série. Os grupos no Facebook ou as comunidades do Orkut podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos. Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos. "A colaboração entre os alunos proporciona o aprendizado fora de sala de aula e contribui para a construção conjunta do conhecimento" explica Spiess. 2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. "Os alunos passam muitas horas nas redes sociais, por isso, é mais fácil eles pararem para ver conteúdos compartilhados pelo professor no ambiente virtual", diz Spiess. Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook ou no Orkut, porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor. 3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares. 4. Elabore um calendário de eventos No Facebook, por meio de ferramentas como "Meu Calendário" e "Eventos", você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avalições. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos. 5. Organize um chat para tirar dúvidas  Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, doMSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma - mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam. A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico. "Assim que o tira dúvidas acaba, os alunos já podem voltar a estudar o conteúdo que estava sendo trabalhado", explica Spiess. Cuidados a serem tomados nas redes Estabeleça previamente as regras do jogo Nos grupos abertos na internet, não se costuma publicar um documento oficial com regras a serem seguidas pelos participantes. Este "código de conduta" geralmente é colocado na descrição dos próprios grupos. "Conforme as interações forem acontecendo, as regras podem ser alteradas", diz Spiess. "Além disso, começam a surgir lideranças dentro dos próprios grupos, que colaboram com os professores na gestão das comunidades". Com o tempo, os próprios usuários vão condenar os comportamentos que considerarem inadequados, como alunos que fazem comentários que não são relativos ao que está sendo discutidos ou spams. - Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais Os conteúdos obrigatórios - como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina - não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). "Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu", alerta Betina. A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial. Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma. Fonte: Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos-645267.shtml

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oferta de cursos de graduação a distância aumenta 14 vezes nos últimos seis anos

Censo da Educação Superior 2008, divulgado nesta sexta-feira (27), apontou também que 115 instituições já têm carreiras no sistema EaD

O Censo da Educação Superior 2008, divulgado nesta sexta-feira (27) pelo Inep, orgão de pesquisa ligado ao MEC (Ministério da Educação), mostrou que houve aumento considerável no número de cursos de educação a distância disponíveis no Brasil.

No ano passado, 115 instituições ofereceram cursos de graduação a distância no país. São 18 entidades a mais que as que disponibilizaram o curso EaD (educação a distância) em 2007. No período entre 2002 e 2008, o número de universidades que oferecem cursos a distância aumentou 360%.

Em relação a quantidade de cursos ofertados por essas instituições, o relatório mostra que, em um ano, foram criados 239 novos cursos, o que representa um aumento de 58,6% de 2007 para 2008. A análise dos últimos seis anos aponta que a oferta de cursos aumentou 14 vezes, passando de 46, em 2002. para 647, em 2008.

O número de vagas oferecidas no ano passado aumentou 10,3% em comparação com 2007, ou seja, uma oferta de 158.419 vagas a mais. Nos últimos seis anos, a quantidade de vagas de EaD aumentou 70 vezes.

Enquanto no sistema de graduação presencial, em média, 45% das 2.985.137 são preenchidas, no sistema EaD - que ofereceu, em 2008, 1.699.489 -, apenas 430.259 estudantes se matricularam, ou seja, cerca de 36%.

Evasão

A comparação entre alunos que ingressaram nas instituições de ensino superior de educação a distancia em 2005 (127.014) e os que se formaram em 2008 (70.068 ) mostra que houve uma evasão de cerca de 55%.

Para Ricardo Holz, presidente da ABE-EAD (Associação Brasileira dos Estudantes de Educação a Distância), esse número é natural, já que o universitário ainda esta acostumado ao modelo de graduação presencial.

- Você tem que analisar a evasão levando em conta a dificuldade que o aluno terá em se adaptar às novas tecnologias que o EaD oferece. Ele tem dificuldade em acompanhar o material. Além disso, culturalmente, o brasileiro que procura um curso EaD não está habituado a ter aulas virtuais.

Enquanto no sistema a distância, 37% dos estudantes terminam o curso, na educação presencial, dos 1.505.819 estudantes que começaram o curso, 800.318 concluíram. Isso revela que o percentual de concluintes em relação aos ingressantes de 2005 foi de 57,3%.

Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=797215431617481528

MEC impede 10 mil matrículas em cursos a distância

MEC impede 10 mil matrículas em cursos a distância

Cinco faculdades abriram polos de ensino sem credenciamento do ministério
Do R7

O MEC (Ministério da Educação) decidiu impedir a matrícula de 10 mil novos alunos em polos irregulares de cinco faculdades que oferecem ensino a distância: Cesumar (Centro Universitário de Maringá), Finom (Faculdade do Noroeste de Minas), Unesa (Universidade Estácio de Sá), Unip (Universidade Paulista) e Unisa (Universidade de Santo Amaro).

Segundo o ministério, as faculdades desobedeceram a legislação vigente de regulação de educação a distância e abriram cursos em pelo menos 108 polos sem credenciamento no MEC.

Os alunos que se matricularam para este primeiro semestre e participaram do processo seletivo não poderão fazer os cursos. As instituições terão dez dias para esclarecer as medidas tomadas e para corrigir as irregularidades.

Problemas

O Cesumar tem autorização para manter 59 polos de apoio presencial. Mas a instituição abriu centros de atendimentos sem credenciamento em quatro locais de Brasília e um em Salvador (BA).

A assessoria de imprensa da instituição informa que o Cesumar "possui autorização para manter polo de educação a distância nas cidades de Salvador e Brasília, porém, tendo em vista ajustes administrativos (troca de endereços e parceiros) em ambas as localidades, foi constatada a existência de mais de uma unidade para apoio presencial em nome da instituição". A universidade diz que manteve os antigos endereços para não prejudicar os alunos lá matriculados, para, depois, fazer a migração definitiva e comunicar o MEC.

Com 3.955 estudantes na modalidade a distância, a Finom está credenciada desde 2005 para a oferta em apenas um polo regular em Paracutu, mas a faculdade abriu outros dois polos não credenciados em Feira de Santana (BA) e São Paulo (SP). Procurada pelo R7, a faculdade disse que não irá se pronunciar.

A Unesa recebeu credenciamento para oferta de ensino a distância em 54 polos em maio de 2009. O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bieslchowsky afirmou, por meio de nota, que “em menos de um ano a Estácio de Sá abriu indevidamente outros nove polos e inscrições para vestibular nessas unidades desrespeitando totalmente a legislação".

A universidade informou que “irá se pronunciará ao órgão regulador no prazo estipulado”. Também lembra que a medida não afeta a matrícula e a realização de vestibular em polos credenciados.

A Unip tem 598 polos em situação regular no MEC. No entanto, abriu 76 polos sem credenciamento. A instituição foi procurada pelo R7, mas não deu resposta até a publicação deste texto.

Já a Unisa possui 42 polos credenciados e 16 não credenciados pelo ministério. Por meio de nota, a universidade informa que "prestará esclarecimentos aos órgãos competentes dentro dos prazos estabelecidos"

Fonte:http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/mec-impede-10-mil-novas-matriculas-em-cursos-a-distancia-20100211.html

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Um Final Feliz!

Um Final Feliz!

Desde muito cedo a humanidade começou a contar estórias. Romances, odisseias, epopeias, contos, novelas e etc., quer sejam escritas, orais, encenadas, filmadas ou por qualquer outro meio, todas tem um final que pode ser trágico ou, como na maioria das vezes, feliz.

A razão de serem os finais felizes em maior número, é que refletem o desejo geral. Ninguém começa sua própria história de vida visando um final infeliz. Pode ocorrer uma mudança de alvo durante a trajetória, mas o início é igual.

Em nossa vida sobre a terra, os momentos felizes se alternam com os momentos de

tristeza e infelicidade, mas nunca se perpetuam nenhuma das duas situações. Sempre serão interrompidos estes momentos, mesmo que seja pela morte.

A Bíblia nos diz que a história de todo e qualquer ser humano, não tem um final, mas é eterna, quer queira este ou não. Não há final feliz ou infeliz, mas a Bíblia diz que há uma eternidade feliz ou infeliz. A morte não é o ponto final, mas apenas a passagem para uma realidade eterna. Escolher como passar esta eternidade (feliz ou em sofrimento) é escolha de cada um. O caminho para a eterna felicidade, é Jesus (João 14:6).

Helcias, Pr.



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Professor Ricardo da Silva Miranda

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sábado, 14 de maio de 2011

Brasil educação a Distância

Olá
Este Blog tem como objetivo ser o elo de ligação entre muitas pessoas interessadas em discutir, aprender e expor idéias e trabalhos com relação a Educaçõ a Distância.